LUZ, FORÇA E ALEGRIA SEMPRE!
A Associação dos Legionários de Cristo foi constituída em 17 de agosto de 2007, como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos ou econômicos, de caráter beneficente, a fim de desenvolver projetos sociais voltados ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, incentivando a melhoria das condições de vida e garantia de seus direitos enquanto cidadãos.

A Fundação Educandário “Cel. Quito Junqueira” é uma instituição, de caráter filantrópico, que completou 83 anos em 2021. Inicialmente eram admitidos apenas meninos, com faixa etária entre 6 e 9 anos de idade, que podiam permanecer na instituição em regime de internato até atingirem sua maioridade. A partir de 1998, com a vinda do Estatuto da Criança e do Adolescente, a Fundação transformou-se na mantenedora do Colégio Camillo de Mattos, que é uma escola filantrópica de caráter privado, ofertando a Educação Básica:  Etapas I e II da Educação Infantil e Ensino Fundamental – anos iniciais e finais. As famílias atendidas no Colégio não pagam nenhum tipo de mensalidade e recebem também: alimentação, uniforme, material didático escolar e atendimento odontológico, de forma totalmente gratuita.

Nº de beneficiados: 656

Qual o perfil dos beneficiados: A Fundação Educandário atende, através do Colégio Camillo de Mattos, crianças e adolescentes, de ambos os sexos, de 04 a 15 anos, provindos de famílias de baixa renda e suscetíveis à exposição de riscos sociais e vulnerabilidade. São vários bairros atendidos, no entanto há uma maior concentração de atendimento nos bairros do entorno da Instituição. As famílias, em sua maioria têm pouco acesso aos equipamentos culturais, tecnológicos, esportivos e de lazer.

A RIBDOWN (Associação Síndrome de Down de Ribeirão Preto) é uma entidade civil sem fins lucrativo, de interesse público que tem como objetivo primordial a inclusão das pessoas com Síndrome de Down e outras deficiências em todos os níveis da sociedade.

Foi fundada em 1998 por familiares de crianças com Síndrome de Down que ambicionavam promover os Procedimentos-Padrões das Nações Unidas para a Equalização de Oportunidades para Pessoas Portadoras de Deficiências em nossa sociedade (Declaração de Salamanca, 1994).

Defender e garantir os direitos das pessoas com deficiência a partir da busca de condições que promovam sua autonomia.

O Lar São Judas Tadeu é uma entidade de acolhimento provisório que recebe crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, cujos direitos básicos tenham sido violados ou ameaçados e oferece a elas acolhimento, assistência nos mais diversos contextos de proteção e cuidados com a saúde.

​Mais do que isso, o Lar São Judas Tadeu oferece a elas um lar, uma família, que a acompanha em suas atividades escolares e de lazer, incentivando-os a uma vida plena e feliz, buscando ao máximo preservar o contato com seus familiares.

​A casa de acolhimento foi fundada em 1997, por iniciativa de um grupo de pessoas da sociedade civil, que se organizaram e criaram a primeira Diretoria executiva da Entidade de Acolhimento. Sendo portando uma sociedade civil, beneficente e sem fins lucrativos.

​Desde seu início, mantém um trabalho de assistência social dirigido às famílias e a comunidade, com destaque para o cuidado e a formação das crianças e dos adolescentes.

A Casa da Criança, conforme o Ministério Público, será o primeiro abrigo do estado para atender crianças em situação de risco como se elas estivessem dentro de uma família.
Quem estará na casa é um casal que já tem filhos adultos, que não moram com eles. A mãe e o pai social foram escolhidos exclusivamente para o projeto. Além da família, outros profissionais foram contratados para manter o atendimento às crianças.
A infraestrutura instalada na zona rural do município tem cerca de dois hectares e capacidade para atender 24 crianças. Tudo foi construído através de doações da comunidade, vendas de produtos e festas organizadas pela Associação Cruzada Pró-infância. Voluntários e detentos da Cadeia de Cambuí também ajudaram na construção da estrutura.
A casa onde as vítimas de violência serão instaladas tem dois quartos grandes, um para os meninos e outro para as meninas. Cada quarto tem dois banheiros. O local ainda conta com berçário, varanda, sala e cozinha. Os custos de manutenção do abrigo serão pagos pelas prefeituras de Bom Repouso, Córrego do Bom Jesus, Senador Amaral e Cambuí.