Guardiões das águas!
Apresentação: A presente proposta pedagógica justifica-se pela necessidade urgente de conectar o conhecimento científico à prática cidadã, transformando conceitos ecológicos abstratos em ações concretas de preservação ambiental. O objetivo de assumir o papel de “Guardião da Água” materializa os conceitos discutidos em sala de aula em responsabilidade social. Ao propor e praticar o consumo consciente na escola e em casa, o aluno torna-se protagonista de sua própria aprendizagem e um agente multiplicador de boas práticas, estendendo o impacto da escola para dentro de sua comunidade e de seu núcleo familiar.
Público-alvo: 2º ao 5º ano (Turmas Multisseriadas)
objetivos: Analisar dados coletados na investigação de campo. Compreender a relação entre a vegetação (mata ciliar) e a qualidade da água. Compreender a importância da água doce para a vida no planeta e a sua escassez; Assumir o papel de “Guardião da Água”, propondo e praticando ações de consumo consciente na escola e em casa.
Desenvolvimento: A facilitadora realizou uma caminhada até poção do assentamento para identificar pontos de água (nascentes, córregos, valas). Iniciando uma conversa fazendo uma analogia com o corpo humano. “Para que servem os nossos cílios?” Explicando que, assim como nossos cílios impedem que o suor e a poeira entrem nos olhos, a Mata Ciliar impede que a terra (sedimentos) e o lixo caiam diretamente no rio. Sem essa “franja” de árvores, o rio “fica doente”, fica raso (assoreamento) e a água fica suja. Logo após o retorno da expedição, organizou com alunos as impressões enquanto a memória está “fresca” promovendo uma roda de Conversa: “O que mais te surpreendeu no caminho?”, realizando o Varal de Evidências: Os alunos devem desenham em uma folha dividida ao meio: Lado A (O que vimos de bonito/saudável) e Lado B (O que vimos de triste/poluído).Sistematizando com a Criação de um glossário no quadro com as palavras que surgiram (Ex: nascente, assoreamento, turbidez, mata ciliar).E uma ficha de campo para finalizara a ação.
Conclusão: “A ação permitiu a transposição do conhecimento empírico (observação de campo) para o científico. Os alunos demonstraram alto engajamento ao perceberem que o objeto de estudo (a água) faz parte do seu cotidiano rural/assentamento, fortalecendo a identidade com o território de Conceição de Macabu.”
A avaliação será contínua, observando a capacidade do aluno de: Identificar a função das raízes na contenção do solo. Relacionar a transparência da água com a presença de vegetação nas margens. A avaliação será contínua e formativa, observando: A participação e o engajamento dos alunos nos debates e no experimento.




