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Quem está por trás do para-brisas!

Apresentação: O trânsito é frequentemente visto como um fluxo de metal, luzes e infrações. Nesta dinâmica, o para-brisa funciona como uma tela de cinema onde projetamos nossas frustrações, mas raramente como uma janela para a vida alheia. A proposta é desconstruir o conceito de “obstáculo” (o carro da frente) e reconstruir o conceito de “próximo” (a pessoa que dirige).

Público alvo: Alunos do ensino fundamental:

Objetivos: Humanizar o Fluxo: Reconhecer que cada veículo transporta uma história, um medo e uma urgência.Praticar a Alteridade: Colocar-se no lugar do outro para reduzir a reatividade e a violência no trânsito.Fomentar a Gentileza Ativa: Transformar o entendimento intelectual em ação prática através da comunicação empática.

Desenvolvimento: Os participantes são convidados a um exercício de imaginação guiada e a facilitadora solicitou que fechassem os olhos e pensassem no motorista que deu uma “fechada” ou que está muito lento na frente deles. Em vez de rotulá-lo como “imprudente” ou “lerdo”, tente responder: Será que ele está levando alguém ao hospital? Será que acabou de perder o emprego ou recebeu uma notícia difícil? Será que é um pai exausto com um bebê que não dormiu à noite. Lembre-se de um dia em que você cometeu um erro no trânsito por estar distraído ou angustiado. Como você gostaria de ter sido tratado pelos outros motoristas naquele momento? Em seguida, a facilitadora pediu para observarem fotos e redigissem um texto explicativo sobre a imagem. E para concluir a ação utilizou o bilhete de empatia (Cada participante recebeu um pequeno cartão (o Bilhete de Empatia). O objetivo é escrever uma mensagem curta que humanize a relação entre motoristas/pedestres.

Avaliação: observar a capacidade do estudante de se colocar no lugar do outro e compreender o impacto do comportamento humano na coletividade.