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O ar e o vento

OBJETIVOS: Reconhecer a importância do ar e do vento;

Perceber que o vento é o ar em movimento;

Confeccionar brinquedo com material alternativo.

DESENVOLVIMENTO:

História: Nosso Amigo Ventinho (Ruth Rocha)

Nesse livro ela conta a história do Ventinho. Uma história divertida, leve e gostosa, onde para salvar a festa das crianças de uma escola ele se junta com amiguinhos e afasta uma tempestade que vem vindo.

Ventinho, filho de D Ventania. Ele era alegre, serelepe e vivia fazendo estripulias pelo céu.

As brincadeiras de Ventinho eram muito divertidas, voava pelo céu com seus amiguinhos, os outros ventinhos e com suas amiguinhas nuvens.

As nuvens gostavam do Ventinho, pois ele as levava para passear em cima do mar e do outro lado das montanhas.

Ventinho também trabalhava: logo de manhã com seu pai, um Vento Forte, levava os barcos dos pescadores para o mar. As velas mais rabugentas reclamavam “Não empurrem com força” e uma muito novinha dizia dengosa: “Ai, ai, não façam cócegas!”

Ventinho também ajudava as lavadeiras que punham roupas no varal, e o cata-vento em cima da igreja? Era Ventinho que girava com ele, e o Galo do Cata-vento, gostava de Ventinho e lhe contava histórias de outros lugares.

Ventinho gostava de espiar pelas janelas o que as crianças estavam fazendo, todos os dias ele ia ver o que se passava na escola.

E em um dia, na escola havia uma grande reunião, todas as crianças estavam na sala com as professoras, combinando uma grande festa. Ventinho, muito curioso, entrou pela veneziana, levantando a cortina. D. Ester, logo reclamou “Fechem a vidraça!” E Ventinho ficou preso na sala. E como não tinha como sair, sentou-se em cima do armário esperando que alguém abrisse a porta.

Ventinho viu que as crianças estavam muito animadas: iam montar uma peça de teatro e estavam torcendo para no dia não chover.

O tempo passou, Ventinho não esqueceu dos meninos da escola. E todos os dias passava na escola para ver os progressos que tinham sido feitos para o dia da apresentação.

Até que chegou o dia da festa, mas Ventinho estava muito preocupado: lá no céu, no cantinho do céu, alguma coisa não parecia certa, aquelas nuvens gordas, muito escuras não enganavam Ventinho. Então o primo Noroeste, que era um vento muito esquisito: às vezes era bonzinho e levava chuva para as fazendas, mas quando estava de mau humor, só queria saber de estragar festinhas e naquele dia ele vinha de cara feia.

As nuvens reclamavam: “Ai que vento mais bruto!”  Mas o Noroeste só queria saber de estragar aquela festa, lá embaixo.

Ventinho correu em direção do primo e pediu que não estragasse a festa, mas o primo não mudou de ideia, era um vento sem coração, um vento de ventilador!

Então Ventinho teve uma ideia, saiu voando e foi buscar todos os outros ventinhos, seus amigos. Trouxe a brisa, a aragem, a viração e o golpe de vento e até o vento encanado. E todos juntos começaram a empurrar as nuvens para bem longe. E as nuvens que também eram amiguinhas de Ventinho, se faziam bem levinhas para ajudar.

E o Noroeste, mesmo sendo muito forte, não podia com todos os ventos juntos. As nuvens se afastaram, o sol foi surgindo e os meninos ficaram todos contentes. Ventinho todo orgulhoso, sabia que tinha conseguido salvar a festa, e nem se incomodava se os meninos não sabiam disso.

E assim Ruth Rocha nos apresenta ao Ventinho, aquele que balança a roupa do varal, faz as nuvens do céu correr, aquele que é nosso amigo.

Roda de conversa sobre a história e também à respeito do ar e sua importância para os seres vivos.

BRINCADEIRA: Balangandã.

O brinquedo foi feito com tiras de papel crepom e barbante para amarrar as pontas.  Brincaram correndo pelo espaço da escola, percebendo que o vento balança as tiras de papel.